Acidulante

corroendo a monotonia

O Hobbit vai transformar o cinema?

Os ansiosos espectadores do filme, verão um novo cinema em dezembro? É que o filme foi gravado em 48 quadros por segundos, duas vezes mais que o atual padrão de

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Com Black Ops 2, a Activision arrecadou mais que Tony Stark em 2012

Um anúncio nessa semana colocou lenha na fogueira preferida dos gamers, aquela que fala que a indústria de games é maior que a de cinema. A Activision veio a público

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A morte final de Chacrinha

Achei que nunca fosse dizer isso, mas depois de Chacrina, o Domingão do Faustão é um primor de bom gosto e elegância. Alô Alô Terezinha, dirigido por Nelson Honeif, é

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Besouro: Rico em Brasilidade, mas pobre de Ginga

Nessa época de cinema nacional “Globalizado” (no sentido de feito pela GloboFilmes), é muito curioso encontrar um produto nacional como Besouro. Ele não tem nada a ver com a última leva de filmes brazucas de conversões da TV para o cinema, como é feito, com eficiência, por Daniel Filho. Também passa longe dos conflitos intra urbanos das cidades modernas, da ultraviolência estetizada que foi tão duramente criticada no início dos anos 2000, que culminou no Tropa de Elite. Muito pelo contrário. É verdadeiramente original em sua base e cenário, algo que raramente pode ser falado hoje no cinema nacional. Besouro é um filme brasileiro tanto quanto um filme pode se auto intitular dentro de um gênero tão amplo. E esse é exatemente o problema da produção, que não se decide nem como drama histórico, nem como filme de ação. Seria bom aprender com os chineses que operaram os cabos, por que eles sim, entendem o que é necessário em filme de porrada.

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Distrito 9 – Os camarões e sua humanidade

Ficção científica é uma coisa curiosa. Embora seja uma velha discussão em velhos círculos, no fim das contas, ela trata de supor como a alma humana se comporta perante mudanças

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